quarta-feira, 28 de março de 2012

A espera... Pelo que me leve...

Meu riso é vazio
Os meus olhos não tem brilho
E o meu corpo é ligado a alma
Minhas lagrimas escorrem do peito

Do meu coração brota a rosa morta
E da boca saem palavras sem tom
Voz não se cria melodia
Meu corpo é meio assim... Meio morto ...

E quase imploro por conforto
Quando eu paro no sinal
As vezes me chamam de palhaço,
ou vezes de meio louco

Mas com certeza não sabem nem um pouco
De como tudo vive e morre dentre de mim
E ainda me pergunto...
Como uma rosa... Pode nascer no deserto ...

Aqui dentro já não há mais historia
Já não há mais vitória
Só há a espera pelo tempo
O tempo que há de levar a minha vida embora.

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